Baseado no blog Planejando meu casamento e porque a época inspira, resolvemos escrever uma retrospectiva. Nosso intuito é que tenham uma idéia de como tudo aconteceu e, também, para que saibam de tudo já que somente conseguimos fazer o blog em setembro (desça até o fim dessa página para ler o primeiro post). Também para relembrarmos, já que o grande dia está perto e todos dizem que sentiremos falta de todo esse planejamento, apesar de toda a loucura. Bom, 2008 já foi. Foi um ano suuuuuuper corrido. Orçamentos, contratos, serviços, dois empregos novos cada um. Velocidade: mil por hora! Nosso objetivo foi contratar os serviços aqui na nossa cidade mesmo, para facilitar e simplificar.
Em janeiro, decidimos pela data do casamento de acordo com nossos calendários de trabalho. Primeiro, fomos atrás de igreja e ficamos sabendo das 1001 novas regras da diocese...não pode enfeitar isso e aquilo, não pode cortejo, não podes, não podes, não podes. Inconformismo à parte, nos adaptamos (mais para frente esse inconformismo retorna. Leia até o final!). Agendamos o casamento na paróquia e partimos para salão e buffet. Fizemos orçamento em vários lugares e escolhemos o Spazio di Fatto pelo custo x benefício e por ter uma comida dos deuses!
Fevereiro foi o mês dos orçamentos de foto, o item mais importante para nós! Adoramos foto e escolher um profissional moderno (MHZ) e que, ao mesmo, capte tudo o que é necessário no momento é importantíssimo. A identificação com o profissional foi essencial, pois a confiança nele também determinará o resultado do trabalho. Inicialmente, não queríamos filmagem, mas fomos convencidos de que seria importante também.
Iniciamos os orçamentos de decoração em março, mas fechamos somente em junho. Nosso objetivo não era gastar muito e ter um serviço de qualidade. Por várias indicações, pelo ótimo atendimento e novamente, pelo custo x benefício (além da decoração, ganhamos o bolo falso e os buquês) escolhemos a Sempre Victória.
É claro que encontramos com profissionais (se é assim que devemos chamá-los) muito inconvenientes...do tipo: “decoração é o item mais importante da festa, mais até do que o vestido da noiva”. Sem comentários!
Em abril, comecei a pensar em qual salão faria e se faria dia de noiva, meio dia de noiva ou somente cabelo e maquiagem. Decidi pelo meio dia de noiva, pois ficar lá o dia todo só me tornaria ainda mais ansiosa! O meio dia de noiva inclui teste de cabelo e maquiagem, massagem relaxante, manicure e pedicure, lanche da tarde, cabelo, maquiagem, ducha, sobrancelhas e vestir a noiva. Antes de decidir pelo lugar, fui cortar o cabelo e fazer mão e pé para ver se gostava. Até então, Rui Torrezan está indicado! Levei em conta também um salão que não atrasasse a noiva.
Em maio, foi quando teve a feira de noivas, fizemos nossa primeira degustação e eu comecei a procurar vestido. Várias revistas e sites para escolher o modelo....um dilema infindável! Vestido de noiva não é uma coisa que sempre vemos e que temos uma gama infinita de comparações e preferências, pelo menos não eu. Fui em uns 3 ou 4 lugares e por desespero de achar e ouvir que estava ficando muito próximo do casamento, fechei com um segundo aluguel muito bonito com a Ceiça, mas que não tinha nada a ver comigo. Fiquei feliz, mas não completamente. Como ainda não tinha encontrado “o” vestido, continuei olhando sites até que me deparei com aquele que fez meus olhos brilharem. Foi quando soube: “é esse”. Conversei com a costureira que disse ser praticamente impossível encontrar aquele tecido. Mas mesmo assim, ela ligou nos seus fornecedores e nada. Resolvi procurar por conta e fui nas lojas de tecidos daqui mesmo. Encontrava o tecido em todas as cores possíveis e imagináveis para ocasiões em que você não é uma noiva: preto, estampado, rosa! Até pensei em tingir. Até que eu e minha mãe fomos para Americana, famosa pelas lojas de tecidos. Também por indicação, fomos direto até a Mariel Tecidos. Chegando lá, encontramos a mesma situação....tecido igual aquele nas mais variadas cores...menos numa para noiva! Porém, a gerente e a dona da loja garantiram que chegaria, não exatamente igual mas parecido, e fiz a encomenda.
Quatro meses depois (setembro), quando eu já estava careca de taaaaaaaanta preocupação, tentando me convencer de que o tecido não viria, recebo uma ligação de que ele havia chegado e que eu poderia ir ver se era aquele mesmo. Aguentei um dia e fui voando para lá. Quando vi que era e-x-a-t-a-m-e-n-te o mesmo tecido que eu sonhava, me senti nas nuvens.
Chegou então a hora da música (julho e agosto). Já tínhamos o Bravo! Eventos em mente, do casamento da Bicu e do Tikuá, que foi muito bom! Entretanto, a palavra de ordem para casamento é fazer muitos orçamentos e, nesse item, não foi diferente. Os DJs daqui ou não nos atendiam bem ou queriam transformar nosso casamento numa balada rave. Para a música da cerimônia, entretanto, fizemos somente um orçamento, porque a voz do Janu é linda demais....rs.
Em agosto também fomos atrás de convites. Queríamos algo a nossa cara e não pretendíamos gastar muito com eles, pois é algo que as pessoas não guardam, exceto nossas mães e nós mesmos. Aqui, novamente, visitamos vários lugares. Porém, um casal de amigos que havia casado recentemente nos indicou o site Bella Casa Convites de Amparo - SP. Escolhemos o modelo pelo site mas resolvemos visitar o local para escolher os papéis. Ficamos super satisfeitos com o resultado e a repercussão foi boa!
Os mapinhas foram feitos por nós mesmos e deu um trabalhão, mas também ficou legal né?
Em setembro, fizemos esse blog para vocês acompanharem os preparativos finais e tirarem dúvidas e obterem outras informações que não estão presentes no convite!
Agora a parte que eu, o Fê, exigi participar ativamente: escolher e fechar os doces e bem-casados. Após muita prova, escolhemos a Dolcce, que também nos fornecerá os noivinhos do bolo.
Após todo esse trabalho, feito com muito carinho por nós, decidimos que no grande dia, sim, seria necessária uma cerimonialista. Após uma louca que disse que “o número de convidados vacila”, querendo dizer que oscila, e uma usurpadora (rsrs), escolhemos a Clélia. Também indicação...da Gabi!
Agora chegamos em outubro e novembro, meses que tivemos uma folguinha dos preparativos relacionados à festa e começamos a nos preocupar com nosso lar doce lar e também com a lua-de-mel (ver post "Finalmente lua-de-mel)! Sobre o lar, vocês devem estar pensando “nossa, mas só agora? Geralmente se vê isso primeiro”. Como somos um casal que foge do normal e havíamos resolvido que para nosso contexto não compraríamos um imóvel e, o que a crise e a inflação imobiliária em Piracicaba vieram comprovar que nossa decisão foi a melhor, alugamos um apartamento novinho em folha e do tamanho das necessidades de um casal que está começando a vida. Eu (Fê) tinha uma boa parte dos móveis e os que não tínhamos ganhamos dos meus pais, além da cortina dada pelos meus sogros.
Em novembro também demos entrada dos papéis no cartório, porém como o casamento será religioso com efeito civil, não teremos que acordar muito mais cedo no dia D para ir até lá assinar os papéis! A partir do dia 24, podem me chamar de Juliana Clemente Oliveira ou Mrs. Oliveira...rs! Também fizemos nossas listas de presentes, pois precisávamos enviar os convites do pessoal de longe.
Bom, dezembro começou e o momento do inconformismo retornou...(“ufa, já não aguentava mais ler de curiosidade”!). Ao entregar os papéis na paróquia, a secretária informou que no dia do nosso casório estava marcada a posse do novo pároco. E esse novo pároco é o que instituiu as 1001 regras de casamento aqui e que, por hipocrisia, enfeitou a igreja até o teto na sua ordenação. Bom, mais detalhes vocês podem ver no post “Entrevista com o padre”.
Chegamos a janeiro, mês do casamento, mês que teremos ainda muita correria, como escolher a cor da toalha, o repertório de músicas, fazer o check list do dia, fazer a prova de maquiagem e cabelo, comprar a roupa do noivo (é, eu não comprei ainda!). Mas estamos muito ansiosos e felizes....e temos certeza que o dia será maravilhoso!
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